sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Permanência de Interlagos na F1 “está totalmente condicionada à reforma”, diz diretora


Reformulação deve começar com a construção de novos boxes, orçados em R$ 120 milhões, mas depende de aprovação do prefeito eleito Fernando Haddad. Atual prefeito, Gilberto Kassab estima que todas as obras previstas para Interlagos custem R$ 400 mi Com contrato até 2014, o GP do Brasil só continuará no calendário do Mundial de F1 caso o Autódromo José Carlos Pace passe por uma extensa reformulação, que inclui a construção de novos boxes no local onde hoje é a Reta Oposta. De acordo Claudia Ito, diretora-executiva da corrida brasileira, isso é essencial para que o acordo com Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da F1, e com a FIA, seja ampliado até 2020.

Essas melhorias foram anunciadas em maio deste ano pela Prefeitura de São Paulo e pela SPTuris, responsável pelo complexo que compreende Autódromo José Carlos Pace, e incluem não só os novos boxes, mas também toda a área da pista – à época, valores ainda não estavam definidos. Hoje, com o projeto concluído, o orçamento estimado é de R$ 400 milhões, sujeito a alterações, respondeu o prefeito Gilberto Kassab à pergunta do Grande Prêmio em evento na manhã desta quinta-feira (8), em Interlagos. “O importante é que seja construído em São Paulo o melhor autódromo do mundo”, declarou.

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